O vapor da máquina de café preenchia o ambiente com aquele aroma quente e acolhedor que sempre me fazia pensar em casa. A cafeteria já estava mais silenciosa depois do movimento intenso da manhã. Alguns clientes ainda ocupavam as mesas próximas às janelas, com seus notebooks e olhares dispersos, mas, no geral, o ritmo tinha desacelerado. Era o momento perfeito para respirar fundo e, enfim, fazer aquela pausa merecida.
Isa veio até o balcão carregando duas xícaras fumegantes, equilibradas na ban