A casa estava silenciosa, um silêncio leve, daqueles que não pesam, mas que preenchem os espaços como se fossem acolchoados. Serena dormia no berço no canto da sala, respirando fundo, o peitinho subindo e descendo devagar, entregue ao seu próprio mundo de sonhos. Eu a tinha embalado até que seus olhos se fecharam, e agora podia observá-la de longe, sentindo meu coração transbordar.
Isa mexia em uma bandeja sobre a mesa, ajeitando xícaras e guardanapos, como sempre cuidadosa com os detalhes. Meu