O sol da manhã entrava pela janela da sala enquanto Noah e eu carregávamos as últimas caixas com as coisas da Serena. Eu estava com o coração apertado, não pelo peso da mudança, mas pela sensação sufocante de que alguém, em algum lugar, estava nos observando. Desde o bilhete, minha mente não parava de repassar cenários, todos ruins.
Noah colocou uma caixa sobre a mesa e passou o braço pelas minhas costas, num gesto silencioso de proteção.
— Falta só mais essa e a da cozinha, certo? — ele pergun