As mãos de Giulia tremiam, e eu não sabia dizer se era pelo frio da noite ou pelo peso do que estávamos sentindo. Ela ainda tinha aquele olhar que me tirava o ar, meio culpado, meio faminto, como se quisesse fugir e, ao mesmo tempo, se jogar nos meus braços.
— Você sabe que eu não consigo… — ela começou, mas a voz se perdeu quando minha mão deslizou lentamente por sua coxa.
O calor da pele dela queimava sob meus dedos. Eu não conseguia parar. Cada centímetro que subia, cada respiração presa entr