Sábado.
Sete e meia da manhã.
Acordei com um som que ainda não decidi se é o mais doce ou o mais desafiador do mundo: a risadinha da Serena misturada com aquele balbucio que parece que ela está contando um segredo importantíssimo para o travesseiro. Abri os olhos e lá estava ela no berço portátil, olhando para cima como se estivesse planejando alguma travessura.
— Bom dia, pequena. — falei, e fui recompensado com um sorriso banguela.
Ainda estava me acostumando a ter aquele som como despertador.