Dirigi em silêncio até o prédio de Giulia, o coração ainda leve pelo que tínhamos vivido na galeria. Ver Serena brincar entre pincéis, ouvir suas risadinhas ecoando no meu ateliê… parecia um sonho que eu nunca quis acordar.
Quando estacionei, ajudei Giulia com a cadeirinha e carreguei Serena no colo até a porta do apartamento. A rua estava silenciosa, iluminada pelos postes amarelados, e por um instante senti como se estivéssemos em nosso próprio mundo.
— Obrigada por hoje — Giulia disse, segur