Narrado por Gregório
A mensagem chegou pela manhã, enquanto eu treinava tiro no bunker subterrâneo. Um dos meus homens entrou, hesitante, com o celular estendido.
Homem: Senhor… é Marcelo.
Peguei o telefone, ainda com o cheiro de pólvora nas mãos, e li o conteúdo com atenção.
“Me encontre. Local neutro. Mosteiro desativado. Meio-dia. Temos algo pra resolver.”
Não havia xingamentos. Nenhuma acusação direta. Mas estava claro.
Ele vinha pra guerra.
Me afastei da linha de tiro, tirei o colete tátic