Sam
A sala de espera do hospital estava fria, apesar da luz solar que atravessava as janelas de vidro fosco. Samanta sentia como se seus ossos estivessem congelando. A ansiedade, o desespero e o medo faziam com que ela se sentisse desprovida de qualquer calor.
Estava ali havia horas, sentada, imóvel, os olhos ressecados e vermelhos de tanto chorar. Vestindo um abrigo de moletom que foi a primeira coisa que Amélia encontrou para trazer para ela. O vestido de noiva encharcado do sangue de Albert