Alberto
O espaço confinado do elevador parecia encolher ao redor de Alberto, reduzido ao som dos cabos de aço, e ao fôlego acelerado dos dois homens que se encaravam como predadores furiosos.
Guilherme, o rosto coberto de sangue, os olhos dilatados pelo ódio.
Alberto, imóvel como uma pedra, os músculos tensionados sob o terno de casamento, a mandíbula travada de pura fúria. Esse idiota ousou tocar em Samanta. Ele ousou usar o nome dela como arma. Agora ele pagaria.
Se não fosse o pai do bebe mo