Elara
Dentro de casa, depois que me despedi de Maeve, travei cada porta, cada janela. O coração ainda martelava no peito. Eu me esforcei para não pensar, mas não consegui. A cena da noite anterior — a transformação, os olhos brilhando sob a lua cheia — vinha como um pesadelo a cada vez que eu fechava os olhos.
E, no entanto, havia outra lembrança que me perseguia: a forma como ele olhava para mim. Não havia fúria, não havia maldade. Havia algo diferente, algo que eu não conseguia explicar.
Quand