Depois da manhã sob o sol intenso e dos muitos mergulhos que a mantiveram ocupada, o corpo de Saryn ainda guardava a estranha sensação de estar submerso. Era como se as ondas a tivessem moldado por dentro, e seu corpo não soubesse mais existir sem a leveza da água. Mas isso era apenas um detalhe menor. Mais incômodo mesmo era a dor nos ombros, que latejavam a cada movimento. Ela passou a mão pela pele ainda úmida e concluiu que tinha ido longe demais nas braçadas.
— Algum problema? — A voz de