(POV Selene)
Não dormi.
Não porque o corpo não quisesse, mas porque o selo não me deixou.
Cada vez que fechava os olhos, eu via.
O olhar de Ivy preso em correntes.
O sangue escorrendo dos pulsos dela.
O riso dos guardas quando a arrastaram para o fundo da cela como se fosse apenas um pedaço de carne.
Eu não gritara.
Não atacara.
Não tinha feito nada — porque Elias me segurou com as palavras dele, com aquele maldito olhar que me atravessa como lâmina e me cala antes que eu possa reagir.
E ainda