A noite caiu como véu pesado sobre o Norte.
Não havia vento.
Nenhum animal se movia.
Até a neve parecia suspensa no ar, esperando algo.
Helena caminhava pelo corredor principal, segurando uma lamparina.
Kael vinha logo atrás, atento a cada sombra da parede.
— Ele ficou mais ousado depois da oferta — murmurou ela.
Kael assentiu com um único movimento, a cicatriz marcando o brilho da chama.
— Ele está tentando entrar em camadas diferentes — completou Helena. — Não só pela garganta, mas pelo