Isabela’s P.O.V.
O amanhecer chegou pálido, envolto em névoa.
Do lado de fora, o mar batia nas rochas como se tentasse avisar que o tempo das mentiras havia acabado.
Eu não dormi.
Permaneci ali, na sala, encarando o colar sobre a mesa. O metal prateado reluzia sob a luz fria da manhã — um lembrete do que o passado ainda me devia.
O notebook permanecia aberto, os arquivos do Projeto Genevesse ainda exibidos na tela.
Mas havia outras pastas, bloqueadas por chaves criptográficas. Meus dedos he