Cael — POV
O som veio antes da luz.
Um eco — distante, quase humano — vibrando sob a pele que não era dele.
Cael abriu os olhos.
Ou achou que abriu.
O mundo à frente era uma mistura de reflexos líquidos e imagens partidas, como se observasse o próprio nascimento de dentro de um espelho rachado.
A água morna dentro do tanque pulsava em sincronia com o batimento do coração.
Ou do que os cientistas chamavam de coração.
Uma máquina viva.
Um corpo que fora costurado em perfeição.
Mas algo den