Luana Monteiro — POV
O som da chuva vinha de longe, como um murmúrio do mundo que ela estava prestes a deixar.
Luana Monteiro observava o reflexo da própria imagem no vidro escurecido do terminal principal.
As luzes da Base Monteiro piscavam em intervalos erráticos — o mesmo padrão que marcava o colapso de um império.
O Érebo havia falado.
Gabriela havia caído.
E a filha obediente que ela moldara já não existia.
Bruna ajustava os cabos sobre a mesa, dedos ágeis dançando sobre hologramas e có