CAPÍTULO 70
Entre o vapor do banho e o frio da França
A manhã começou igual às outras, como se o relógio da Sicília estivesse preso à mesma hora de sempre: telefonemas, três copos d’água, um iogurte por insistência do médico, James anunciando a hora de sair, a volta apressada para trocar de roupa, o almoço com empresários que falavam como se números tivessem perfume. Alinna, por sua vez, perfumava a própria presença com um sorriso discreto — o mesmo que já aprendera para ocasiões públicas —, e