CAPÍTULO 76
Entre um compasso e outro, a promessa de que não acabou
Caio mordeu o lábio, sorrindo com deboche.
— Só que você começou o jogo primeiro, irmão. E foi um puto covarde… me convidou a jogar.
— Eu não te convidei, Caio. Não quero jogar.
— Convidou quando roubou ela de mim. Só não foi homem pra usar a palavra. Mas falou agora. E eu te falo, Ed… aceito.
— Eu te mato, Caio.
O sorriso de Caio sumiu.
— Então quem toma a mulher do irmão merece morrer, Eduard?
Um frio percorreu a espinha de