CAPÍTULO 15
Quando o amor acende... e o mundo começa a desmoronar.
O sol já tocava os galhos das árvores quando ela se afastou um pouco do peito dele e sorriu.
— Preciso ir...
Caio segurou sua cintura com força e resmungou como um menino manhoso.
— Não vai... Fica aqui pra sempre...
Ela o beijou com ternura, acariciando o rosto dele com os dedos quentes.
— Não posso, amor... Tenho que cuidar do meu pai bêbado, da minha mãe doente...
Caio franziu o cenho, a voz embargada.
— E meu coração doend