CAPÍTULO 99
Quando o corpo quer, mas a mente ainda sangra
Alinna se levanta devagar. As mãos deslizam pela beira da poltrona como se precisasse de apoio para o que está prestes a fazer. O olhar dela encontra o de Caio — direto, sem curva, mas com um fundo de urgência que ele não consegue decifrar.
— Vem comigo, Caio… — a voz sai mais baixa que um sussurro, mas carregada de intenção. — Preciso disso agora.
Ele pisca, confuso.
— Claro… — responde sem saber o que exatamente está aceitando.
Ela s