CAPÍTULO 38
Quando a paixão tenta curar uma ferida que ainda sangra.
O relógio marcava 17h quando Eduard entrou na mansão. Largou as chaves na mesa do hall, afrouxou a gravata com impaciência e caminhou em passos firmes até o andar de cima. O cansaço não vinha do corpo, mas do peso nos ombros — e do nome dela martelando na mente desde cedo.
Jarbas estava sentado ao lado da cama de Alinna, que dormia em silêncio.
— Boa tarde, senhor Jarbas.
— Boa tarde, senhor Eduard.
— Como ela está?
Jarbas olh