CAPÍTULO 23
Um sorriso bonito também pode ser uma armadilha
O dia amanhecia com luz dourada entrando pelas frestas da janela. Alinna ainda dormia quando Eduard empurrou a porta devagar, equilibrando uma bandeja de café da manhã nas mãos.
— Bom dia, meu amor — disse com a voz mansa, sorrindo.
Ela abriu os olhos devagar, piscando como se não soubesse onde estava. Sentou-se na cama, ajeitando o moletom, surpresa com a presença dele.
— Bom dia...
Eduard passou os olhos de relance e viu a coroa de