CAPÍTULO 24
Quando o silêncio também toca a pele
A noite já havia se instalado quando eles voltaram para a casa na Toscana. As estrelas brilhavam alto, e a brisa fresca balançava as cortinas da varanda. O caminho de volta foi em silêncio, mas um silêncio que dizia mais do que palavras. Alinna olhava pela janela, pensativa. Eduard, de mãos firmes no volante, desviava o olhar vez ou outra para observá-la.
Ao chegarem, ele desceu primeiro e correu para abrir a porta do carona para ela. Estendeu a