CAPÍTULO 60
Quando o corpo fala o que o coração ainda não sabe dizer
Ela riu, maliciosa, com a boca ainda quente e lambuzada da fome que ele mesmo despertou.
Então ela intensificou.
A boca voltou a trabalhar nele com mais voracidade. A língua deslizando com precisão, o lábio sugando forte, enquanto os dedos envolviam a base do pau dele.
Eduard gritou. Literalmente.
— Porra, Alinna! Assim… isso! Vai! Vai! Não para, não para! Vou… vou gozar, caralho!
Mas ela parou.
Ergueu o olhar com a boca aind