CAPÍTULO 59
Ainda Toscana. Vinho, provocação e um pau que implorou por descanso... mas não teve.
As algemas estalaram com o clique suave.
Eduard libertou os pulsos dela com cuidado, e o corpo de Alinna desabou nos braços dele como seda molhada.
— Oi, amor — ele sussurrou, sorrindo.
— Oi um caralho, Eduard. — A voz dela veio rouca, cheia de sarcasmo.
Ele soltou uma risada arrastada e mordeu o lóbulo da orelha dela.
— Ai, delícia… tá brava? Quer encerrar essa noite? Já vai amanhecer, gemedora…
—