CAPÍTULO 93
Quando um terno muda mais que a aparência.
Por um instante, ela não disse nada. Apenas o observou. E Caio sentiu que estava sendo pesado, medido… talvez comparado.
Ele fechou a porta atrás de si e foi até a cadeira em frente à mesa. Sentou-se.
— Alinna, não precisa… — começou, mas ela ergueu uma das mãos, pedindo silêncio.
O canto da boca dela se curvou num meio sorriso.
— Você se lembra, Caio, quando disse que não usava terno e gravata? — A voz tinha um toque de lembrança, quase s