CAPÍTULO 79
Quando o passado sangra no presente
O carro de Eduard deslizou pela rua silenciosa até parar diante do hotel. As paredes altas e discretas guardavam mais do que hóspedes — guardavam o encontro que ele vinha arquitetando há semanas.
No banco do carona, Alinna olhava para a fachada como quem encara uma sentença. As mãos estavam frias, e ela as esfregava uma na outra sem perceber.
— Vai ser rápido — Eduard disse, a voz controlada, quase dura. — E você vai manter o que combinamos.
Ela