CAPÍTULO 131
Quando o desejo fala mais alto que a razão
Caio se perdeu no gosto da boca dela. Cada beijo era uma confissão, cada gemido, um convite. As mãos dele percorriam as curvas como quem redesenha um mapa que já conhece de cor, mas nunca cansa de tocar.
Alinna arfava contra os lábios dele, puxando-o mais fundo, e quando a boca dele desceu pelo pescoço, ela gemeu com um som que parecia rasgar o silêncio da noite.
Ele se ajoelhou diante dela, abrindo suas pernas com firmeza. O hálito quente dele queimava contra a pele dela, e quando a língua encontrou o ponto mais sensível, ela arqueou inteira, a respiração quebrada em soluços.
Caio a segurava pela cintura, mantendo-a contra sua boca como se ali estivesse a própria salvação. O sabor dela o embriagava, e cada gemido abafado era um troféu.
— Caralho, Alinna… — ele murmurou contra a pele molhada. — Você é minha perdição…
Ela agarrou os lençóis, o corpo sacudindo com cada onda de prazer que ele provocava, até explodir em um orgasmo q