Mundo de ficçãoIniciar sessãoLuna ao se apaixonar por Rafael não imaginou que a sua vida nunca mais seria a mesma, que teria mudanças capazes de a levar a ter uma vida totalmente diferente da que tinha se acostumado a ter, em meio a canto dos pássaros e cheiro de terra molhada. Para Luna, a mudança no estilo de vida não foi a pior coisa que lhe aconteceu, e sim ser acusada de traição. Essa acusação foi o que a destruiu, mas como provar ser inocente se Rafael a encontrou na cama de outro? Nesse dia ela conheceu um Rafael que não imaginava existir, ele a expulsou da fazenda sem se preocupar se ela tinha ou não para onde ir. Humilhada, Luna decide partir, levando com ela apenas a vergonha e a humilhação que passou. Por não se lembrar de como acordou na cama de outro, Luna decide ir embora sem provar a sua inocência e depois de anos, ela não era mais a jovem que saiu da fazenda aos prantos, usou a sua dor para abrir o seu próprio negócio, uma empresa de acessoria de casamentos. era uma empresá. Mas o destino as vezes surpreende e foi difícil para ela descobrir que teria que organizar a festa de casamento do seu ex noivo.
Ler maisPara curar as feridas causadas pelo noivo, Raphael, Luna focou no seu
trabalho e depois de muitos altos e baixos, Luna conseguiu abrir o seu próprio negócio: uma empresa de Acessória de Casamentos. Um dia, a sua empresa é procurada para fazer um casamento na fazenda, mais o noivo era ninguém menos que o próprio Raphael. Em meio a dúvida de ser capaz de vê-lo se casando com outra, Luna aceita o desafio, querendo provar para ela mesma que havia o esquecido. CINCO ANOS ANTES Luna ao acordar sorri feliz, enfim tinha chegado o grande dia, o dia do seu casamento com Rafael, o homem a quem amava. Mesmo de olhos fechados, Luna sorri, afinal ela iria se tornar a esposa de Rafael Nunes Albuquerque, não que aquele nome fosse tão importante para ela, mas por ser Rafael o homem a quem o seu coração escolheu para amar, não por ser ele filho do maior fazendeiro da região, mas sim por ele ter a conquistado com o seu carisma e atenção. Sonolenta ela tenta abrir os olhos, mas a voz grave de Rafael a faz despertar sobressaltada. O que Rafael estava fazendo em seu quarto? Ela pensa olhando para ele, mas logo ela percebe que aquele quarto não era o seu. Desesperada ela puxa o lençol até o pescoco, onde estavam as suas roupas? Se pergunta, assustada por estar apenas de lingerie em um quarto estranho. Rafael estava transtornado, a olhando com desprezo e ódio, lhe dizia coisas que não merecia ouvir. Sua cabeça estava um caos ela não conseguia se lembrar de como havia chegado ali naquele quarto, e o pior por que estava sem roupas? Se pergunta assutada com aquela situação. — É assim que você me ama? Você não passa de uma vagabunda. Era por isso que não me permitia te tocar, dizendo querer se entregar na noite de nupcias. Como eu sou idiota, você só estava tentando me enganar, querendo dizer que era virgem... — Rafael... — Luna tenta se levantar, mas o lençol lhe enrola nas pernas a fazendo cair de volta na cama — Eu não sei o que está acontecendo, eu nem sei porque estou aqui. — Não sabe? Pois eu te digo, você está na cama do seu amante, esse verme miserável — Só então Luna vê Gabriel caído ao lado da cama, com sangue correndo pelo canto da boca e um sorriso de lado — Quero vocês dois fora dessa propriedade, agora! — Rafael esbraveja cuspindo cada palavra. — Amor, me escuta, eu sou inocente... — Nunca mais ouse me chamar de amor, você para mim morreu — Rafael sai do quarto com os olhos vermelhos de fúria. — Rafael... me escute, por favor — Luna corre atrás dele enrolada no lençol, mas ao chegar na sala se deparar com os pais junto com os pais de Rafael que a olham com desprezo — Rafael... por favor — Luna, todos já sabem a verdade e que você veio passar a sua última noite de solteira comigo. — O quê? — Luna pergunta, olhando para Gabriel que havia os seguido — Do que você está falando? Você está louco? — Ela pergunta sem se lembrar do que tinha acontecido para ela estar ali. — Não precisa fingir ser inocente, eu não vou acreditar em suas palavras, depois de te ver nua na cama desse infeliz — Sem mais nenhuma palavra Rafael vai embora a deixando para trás. Luna tenta correr atrás dele, mas o pai dela a impede, e sem que ela esperasse lhe esbofeteia a face, a fazendo cair. — Pai... — Luna sente as lágrimas rolar por seu rosto, o seu conto de fadas havia acabado de se transformar em um filme de terror. — Vá para casa e arrume as suas coisas, nunca pensei que você fosse me causar tamanha vergonha — Essas são as palavras do seu pai, mas ela só se pergunta para onde iria. — Pai, eu sou inocente, eu juro! — Luna sente o seu rosto doer, mas a dor em seu coração era muito maior que qualquer dor física. Sabia ter sido enganada, mas como provar algo que nem ela sabia como havia acontecido. — Vamos embora, Luna, antes que queiram nos expulsar também — Dessa vez é a mãe dela que a ajuda a ficar de pé. — Mãe, eu não tenho para onde ir... — Luna fala quase que para ela mesma. — Pensasse nisso antes de trair o seu noivo... — Olhando para os pais de Rafael Luna é capaz de ver o sorriso vitorioso que eles tentavam esconder. — Arrume as suas coisas e saia de nossas terras. Você escutou Rafael, seus pais poderão continuar na fazenda, mas quanto a você, queremos que nunca mais apareça na propriedade e muito menos se aproxime do nosso filho — Altair é quem fala, se aproximando dela — Rafael já te abandonou, não há como você insistir em ficar aqui.Yolanda enfim havia sido encontrada, não mais a mesma Yolanda, arrogante e cheia de preconceito, toda a sua soberba tinha ido embora, assim como a sua sanidade mental. Yolanda foi encontrada largada pelas ruas, comendo resto de comida e usando roupas sujas e rasgadas. Ao ver Rafael, perguntou se ele era o pai dela? Rafael ao ver a mãe naquele estado preferiu dizer que sim, e que ele estava ali para levá-la para casa, mas não foi para casa que ele a levou, e sim para uma casa de repouso, onde podia ser cuidada, longe daquela a quem fez tanto mal. Ao se despedir da mãe pode ver um momento de lucidez, o que o fez se sentir em paz por sua decisão. — Rafael! — Ele já havia lhe virado as costas, mas ao escutar a mãe o chamar vai até ela novamente — Por favor não me deixe aqui sem te ver, como eu fiz com o seu avô um dia. — Eu não sou a senhora... — Essa foi a resposta de Rafael, antes de ir embora sem olhar para trás. Joice mantinha a sua vida de empresária, aprendeu a gostar do que
CINCO ANOS DEPOIS Em cinco anos muitas coisas aconteceram, Luna e Rafael era o mesmo casal apaixonado, talvez até mais para quem os olhasse. Joaquim Mendes, agora um pouco mais debilitado, continuava gostando de ficar na varanda, olhando o movimento da fazenda, seus olhos brilhavam pela felicidade de passar os últimos dias de sua vida ali. O pequeno Joaquim era a sua alegria, assim como o pequeno Rhavi que costumavam brincar na varanda. — Vovô, papai andar, cavalo? — Ele vai te ensinar, assim como ensinou ao seu irmão – Joaquim responde a pergunta do pequeno Rhavi, se o pai o ensinaria a andar a cavalo, já que ele via o irmão sempre andando na companhia do pai. — Papai! Papai! — Os irmãos correm ao ver o pai chegar em casa, para almoçar. – Opa! — Rafael pega os dois no colo ao mesmo tempo, mas Joaquim logo pede para descer, ele se achava grande demais para ficar no colo, já o pequeno Rhavi adorava quando o pai chegava para o pegar — Onde está a mãe de vocês? — A mamãe foi na
Ao chegarem em casa, encontram as roupinhas de Joaquim lavadas e passadas, e todas elas já guardadas em seus devidos lugares, afinal a vovó Antônia aproveitou os dias que ficou na fazenda para ajudar a filha. O quarto de Joaquim foi montado pelo pai, o casal havia ido a cidade comprar os móveis e Rafael mesmo os montou ao chegarem em casa. O quarto era todo em tons pastéis, com alguns detalhes em azul claro. Escolheram o quarto ao lado do deles, pois assim ficaria mais fácil nos cuidados dos primeiros dias de nascido, já que Luna havia dito que acostumaria o filho a dormir no seu próprio quarto. Antônia andava pela casa com total liberdade, Joaquim gostava de sua companhia e ficava horas conversando com ela, já que agora a sua ida na cozinha não era mais como cozinheira, mas sua simplicidade era a mesma de quando era. Antonia havia decidido ficar a pedido de Luna, que estava preocupada com vovô Joaquim, como o chamava, ele se negou a ir com Oliveira passar alguns dias no síti
Luna e Rafael fizeram uma curta viagem de lua de mel, isso por Luna insistir em viajar, pois, por Rafael eles nem sairiam da fazenda, já que teriam que se mudar para a cidade por um tempo, até a criança nascer. — Qualquer coisa que sentir me avisa — Pede Rafael preocupado. — Eu estou bem, minha gravidez está sendo tranquila e não há nenhum motivo de preocupação. — Nem mesmo a sua mãe concordou com essa viagem... — Vem cá! — Luna o abraça com carinho — Você na fazenda trabalha muito, e eu quero aproveitar esses dias para receber mais atenção. – Está me dizendo que eu não te dou atenção, é isso? — Rafael pergunta rindo, a beijando com carinho em seguida, em um beijo rápido — Será que esperar você acordar pela manhã, almoçar com você todos os dias e te encher de carinho sempre que chego em casa, é pouco? hein... é pouco? — Luna sabia que não havia motivos para reclamações, Rafael era muito mais que um marido presente, ele era aquele que em qualquer circunstâncias estava ao se










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