Luna sente uma sensação diferente, era bom saber que alguém acreditava nela, mesmo tendo sido pega em uma situação constrangedora. — É bom saber que acredita em mim.— Na época eu já estava morando na capital, mas os meus pais me contaram e, se quer saber, eles também acreditam em sua inocência, eles logo disseram que foram os seus sogros que armaram pra você. — Veja como são as coisas, os seus pais acreditaram em minha inocência, enquanto aos meus, me viraram as costa. Eles nunca se quer se preocuparam comigo, minha mãe é quem as vezes me liga, mas isso hoje, depois que eu consegui me virar sozinha. Mas eu venci, com ajuda de algumas pessoas que Deus colocou na minha vida, eu venci, por isso não vou recusar um trabalho por causa de Rafael que me conhecendo, duvidou de minha honestidade, — Podeia ter me procurado, era só pedir o meu contato aos meus pais. Quando eu estive por lá, até perguntei a seu pai notícias suas, mas eu prefiro não repetir as palavras que ele me disse, não
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