Foi em uma manhã chuvosa que minha vida desabou. Eu estava no escritório de finanças respondendo e-mails quando meu celular tocou. A ligação era anônima, a voz distorcida, quase inaudível, mas as palavras ficaram gravadas em minha mente como cicatrizes:
— “Brandon atirou na Naira. Na nuca. Ela está viva, mas você não vai encontrá-la facilmente.”
Por um segundo, pensei que fosse uma brincadeira cruel. Mas meu corpo gelou. Senti o coração parar por um instante antes de disparar como louco no pei