Eles surgiram como sombras cortando a luz do fim de tarde. Homens de preto. Capuzes ocultando os rostos. Um deles me agarrou pelas costas antes que eu pudesse reagir. Tentei gritar, mas a mão áspera e pesada tapou minha boca, abafando qualquer som. Senti o coração disparar. Não consegui lutar. Fui erguida do banco como se fosse feita de vento e arrastada até um carro escuro, estacionado a poucos metros da praça.
O desespero me consumia. A última coisa que vi antes de ser empurrada para dentro d