O sol já despontava pelas janelas quando meus olhos se abriram devagar. A claridade suave invadia a sala e dançava nas cortinas claras, como se o dia tentasse me abraçar com delicadeza. Eu estava deitada no sofá, um cobertor leve me aquecendo. Aos poucos, minha mente conectava os pontos: eu havia adormecido nos braços de Cayden, e ele, em sua doçura, me colocou ali com cuidado. Cayden apareceu na porta da cozinha com um sorriso gentil, segurando duas xícaras de chá fumegante.
— Achei que algo q