Alguma coisa dentro de mim não deixava o silêncio se acomodar.
Desde o bilhete, desde o colar, desde o livro com a dedicatória de um tal “C”, tudo em mim gritava por respostas. E mesmo que Brandon me envolvesse com seus carinhos, seus beijos, e a promessa de um futuro seguro, era como se uma segunda Naira estivesse despertando por dentro, inquieta, desconfiada.
Naquela manhã, ele saiu mais cedo. Disse que teria uma coletiva de imprensa. Beijou minha testa, chamou-me de “meu amor” e saiu como o