A fumaça das granadas dissipou-se lentamente, revelando um pátio mergulhado no caos. O som dos tiros havia cessado, substituído pelos gritos de ordens desencontradas do Tenente Torres e pelo zumbido das luzes de emergência. A equipe de Isis, barricada dentro do depósito, estava imersa num silêncio ensurdecedor. O eco do grito de Theo ainda vibrava no ar, uma ferida aberta na alma de cada um.
Isis estava no chão, de joelhos, o olhar perdido no vazio. Ela não chorava mais. As lágrimas haviam seca