A manhã seguinte nasceu diferente. O sol que raiava sobre o Morro da Kerosene não trazia o peso da incerteza, mas a luz de um novo começo. No pequeno barraco na laje, Isis acordou nos braços de Theo. Pela primeira vez em muito tempo, o sono havia sido um refúgio, não uma fuga.
Ele a observava em silêncio, os dedos a desenharem caminhos suaves no seu ombro. As cicatrizes da guerra, visíveis e invisíveis, estavam em ambos. Mas ali, naquele silêncio, eles eram apenas um homem e uma mulher que hav