O ar no QG da Kerosene estava elétrico, denso como a iminência de uma trovoada. O novo cronômetro de 24 horas no celular de Corvo era uma bomba-relógio digital, e cada segundo perdido era um luxo que eles não podiam pagar. A fase de planejamento havia acabado. Agora era a hora dos soldados, dos malandros, dos que não temem a escuridão. Era a hora do morro.
Isis estava de pé no centro da sala, sua presença preenchendo cada canto. O mapa da base militar, antes um objeto de estudo, agora era um c