O barraco de Isis estava cheio. Cheio de gente, de risadas, de pratos coloridos e copos erguidos. A noite caía no morro como um cobertor quente, e a comunidade celebrava como quem respira fundo depois de muito tempo preso debaixo d'água.
As luzes improvisadas penduradas no teto davam um brilho amarelado ao ambiente. O cheiro de carne assada e bolo de milho misturava com perfume barato e desodorante vencido. Era festa verdadeira. Era família.
Theo estava sentado ao lado de Bê, rindo das piadas