O silêncio da sala de recuperação foi rasgado por um grito seco:
— THEO!
Isis, que estava sentada ao lado da cama, pulou com o coração na garganta. Jade deixou a prancheta cair. O monitor disparou apitos. Médicos invadiram a sala correndo.
— Bê... — Jade murmurou, com os olhos arregalados.
Ele estava acordado. Ofegante, com os olhos arregalados e o peito subindo e descendo num ritmo de desespero.
— Onde ele tá? — ele perguntou, tentando se levantar. — Theo... ele... ele confiou em mim...