O sol entrava de mansinho pela janela da enfermaria improvisada na ONG. Neumitcha ainda usava lenço na cabeça, óculos escuros e um moletom largo. Mas as marcas já não eram só da dor. Eram de resistência. A cada dia, ela parecia menos frágil e mais furacão prestes a despertar.
Jade ajeitava almofadas ao redor dela enquanto Mariana organizava alguns papéis. Isis entrou por último, trazendo um copo de vitamina e aquele olhar que não pedia licença: atravessava.
— Dormiu bem? — Isis perguntou, senta