HELENGemi baixinho o seu nome, o som um sopro quente e úmido que só ele poderia ouvir.Foi como soltar um gatilho.Um som baixo, quase um rosnado, saiu da garganta dele. Suas mãos, antes tão gentis, se tornaram urgentes, possessivas. Uma delas enterrou-se no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás com uma força que me fez arfar. A outra desceu pelas minhas costas, agarrando a curva do meu quadril com uma firmeza que prometia marcas.— É isso — ele sussurrou, seus lábios encontrando o meu com uma fome repentina e devastadora. — É isso.O beijo não foi doce. Foi uma reivindicação. Uma posse. Sua língua invadiu minha boca, saboreando o vinho e a amargura, e eu me entreguei, respondendo com a mesma intensidade desesperada. Era diferente. Era cru, sujo, real. Não havia performance, não havia controle. Havia apenas a carne, o desejo e a necessidade brutal de nos perdermos um no outro.Ele me empurrou contra a parede do hall, o corpo dele esmagando o meu, e eu curvei-me contra ele, meu q
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