HELEN
Gemi baixinho o seu nome, o som um sopro quente e úmido que só ele poderia ouvir.
Foi como soltar um gatilho.
Um som baixo, quase um rosnado, saiu da garganta dele. Suas mãos, antes tão gentis, se tornaram urgentes, possessivas. Uma delas enterrou-se no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás com uma força que me fez arfar. A outra desceu pelas minhas costas, agarrando a curva do meu quadril com uma firmeza que prometia marcas.
— É isso — ele sussurrou, seus lábios encontrando o meu co