ANALUO gosto dele ainda estava na minha boca. Salgado, único, dele. Eu tinha engolido tudo, querendo cada gota, querendo fazer parte dele de novo da maneira mais íntima possível. E agora, ele estava sobre mim, seu peso um paraíso depois de meses de solidão e um colchão de clínica. O corpo dele, suado já, colava no meu. Cada músculo, cada contorno, era uma lembrança dolorosa e gostosa ao mesmo tempo.— Agora eu vou te foder tanto que você vai ficar assada, patricinha — ele rosnou, e aquele som, cru e cheio de posse, fez algo dentro de mim dar um nó e depois se derreter por completo. Me molhei ainda mais, sentindo meu próprio desejo escorrer pelas minhas coxas.Ele não esperou. Segurou o pau, ainda melado e pegajoso da própria porra e da minha saliva, e encaixou. De uma vez. Não foi devagar, não foi com cuidado. Foi uma retomada. Uma afirmação. E eu gritei, não de dor, mas de alívio. O pau dele estava de volta para casa. Ele preencheu cada espaço vazio, cada solidão que eu carreguei e
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