Mundo de ficçãoIniciar sessãoPor culpa do tio inescrupuloso, Alexia Clark perdeu a tia, a única pessoa que importava no mundo para ela. Após seis anos trabalhando como garçonete, ela é demitida. Sem moradia e família, a mocinha consegue o emprego de babá da filha de Daniel Thompson, um importante CEO de Manhattan. Isadora, a adorável filha de Daniel, assim que viu Alexia, a chamou de mamãe. A pequena, que antes mal falava, agora está feliz e falante. Daniel não entende como uma mulher estranha ganhou o coração de Isadora tão rápido. O que ele e nem ela sabem é que o encontro deles não foi por acaso; foi o destino que os uniu. esse livro é um romance sobre segundas chances e recomeço. Venham descobrir o fim desse lindo romance
Ler maisJoana— Que delícia, pizza de carne moída com cheddar é uma delícia, e esse vinho deixa tudo ainda mais perfeito. Obrigada por ser tão atencioso e romântico, querido.Digo e pego mais uma fatia da pizza.Ele sorri.— É a minha obrigação, Joana, você é minha mulher, tenho que te mimar para o resto da vida.— Vicente, estou te achando tão pensativo, o que aconteceu? Sabe que pode desabafar comigo, é o meu dever como esposa te ouvir.Meu marido solta um suspiro.— Elias, meu pai me procurou?— Ele se arrependeu?— Nenhum pouco, continua o mesmo nojento de sempre. Acredita que ele teve a cara de pau de me ameaçar?O encaro preocupada.— Até canalha...Ele toca na minha mão.— Mas não se preocupe, dei uma boa lição nele. Elias não vai nos incomodar nunca mais.Faço carinho na sua mão.— Acredito em você.Como o resto da fatia.— Estou satisfeita, e agora o que vamos fazer?O sorriso malicioso e o brilho de luxúria nos olhos de Vicente são a resposta para a minha pergunta.— Tá na hora da s
Vicente — Nunca enganei ninguém. Sempre falava para as mulheres que eu não queria nada sério. A minha vida de cafajeste acabou, eu me casei com uma mulher linda e especial. Não tenho olhos para outra mulher que não seja ela. Elias volta a rir como uma hiena drogada. Ele coloca a mão no peito, faz uma pausa para respirar e depois volta a dar risada. — Nem sei o que estou fazendo aqui, falando da minha vida pessoal para um estranho. — Vicente, sou seu pai. Sem mim você não teria nascido. Você nunca ouviu falar que os filhos têm que honrar os pais? Solto uma risada curta de indignação. Eu sinto um pouco de raiva, nojo, pena e mais nojo desse homem miserável, que não ama ninguém além dele próprio. — Elias, você não me criou, não te devo nada. Sei que você tem a sua empresa, venda ela ou peça um empréstimo... Digo e me viro para sair de perto dele, mas o verme toca no meu braço. — Eu já vendi a empresa há muito tempo, meu filho. Eu tô passando necessidade, por favor me a
JoanaDias depoisEstou no jardim com Lucas, que se diverte brincando com o ursinho de pelúcia de um personagem de um desenho infantil.A vida é tão imprevisível. Eu perdi minha loja, meu pai e o meu noivo. Fiquei sozinha no mundo, tendo que aguentar desaforo de chefe imbecil e tentar fazer mágica para o salário mínimo durar o mês todo.E agora sou mãe e tenho o melhor homem do Rio de Janeiro como marido.Eu amaria Vicente mesmo que ele não fosse um milionário. Amo seu jeito maluco, aqueles cabelos loiros cacheados que adoro passar a mão e a forma como ele ri quando tá assistindo às novelas mexicanas que obrigo ele a assistir.Falando nele...Vicente surge com uma expressão misteriosa.Meu marido se aproxima de mim e se ajoelha.— Vicente, o que tá fazendo?— Joana Castro, aceita se casar comigo?Solto uma risada.— Amor, você bebeu? Nós já somos casados.Digo, exibindo a aliança em meu dedo.— Você merece um casamento na igreja, com vestido de noiva, véu e buquê. Eu sei que é o seu s
JoanaLuciano surge e atira na perna de Elen, o que a impede de atirar em mim.— Desculpa a demora, princesa. Você vem comigo.— O que você fez com o meu filho, seu desgraçado?— Eu deixei ele em uma caixa de papelão em frente à igreja. Aquele moleque é muito chato.— Luciano, o que porra tá fazendo? Esse não é o plano.Ele sorri para a cúmplice, que tá no chão, gemendo de dor.— O plano mudou... Eu vou tirar uma boa grana do Vicente e ainda vou me divertir com a mulher dele.Aproveito que ele tá distraído e corro. No entanto, eu volto.Avanço sobre ele, retiro a arma das mãos dele e bato em seu rosto inúmeras vezes, e enfio a minha unha em seu olho esquerdo.— SUA VAGABUNDA LOUCA!Diz, tentando se livrar de mim.— Você vai aprender a não roubar um filho de uma mãe... Miserável imundo.Nem sei de onde veio essa força toda.Os policiais entram no local junto com o Vicente.— Vicente, meu amor!Corro na direção dele e o abraço com força.Deixo o melhor para o final e dou um chute no mei
Último capítulo