Capítulo 112 — O Eco da Luz
O amanhecer chegou silencioso, tingindo o céu de tons alaranjados.
O vento soprava entre os destroços do antigo complexo de Caio, levantando poeira e fragmentos de metal retorcido.
Helena abriu os olhos lentamente, sentindo o peso do corpo e o gosto metálico do sangue nos lábios.
O ar cheirava a ferro queimado e a eletricidade morta.
Por um instante, ela não sabia se ainda estava viva.
O silêncio era quase ensurdecedor, interrompido apenas por alguns estalos vindos d