Angeline empurrou a porta da mansão, o coração ainda acelerado, os lábios ainda com o gosto do beijo de Marco.
Os olhos de seu pai a encontraram enquanto ela entrava na sala. Ele não disse nada, apenas se levantou da poltrona e saiu pela lateral, arrastando os passos pesados.
O silêncio pesou sobre ela.
Angeline subiu as escadas lentamente e, ao chegar ao quarto, trancou a porta.
Deixou-se cair na cama, o peito arfando.
Pegou o celular e digitou rápido:
“Preciso de um emprego.”
A mensagem f