Uma lágrima caiu de seus olhos e escorreu lentamente por sua bochecha.
Sofi a limpou com a mão, sem delicadeza alguma.
Respirou fundo.
Olhou para a porta trancada.
Então se levantou.
Ainda descalça, caminhou até ela.
A madeira parecia pesada, imóvel, como se zombasse dela.
Sofi levantou a mão e começou a bater.
— Sergey! Chamou. — Abra esta porta!
Bateu novamente.
Mais forte.
— Vamos! Abra esta porta! Você não pode me trancar aqui!
A voz ecoou pelo quarto.
Ela continuou batendo.
Punho contra ma