Sofi viu os portões da mansão se abrirem.
O carro entrou ainda em alta velocidade, subindo o caminho de pedras no meio da escuridão.
Seu corpo doía pela tensão.
Quando o carro finalmente parou, Sergey saltou para fora.
Ela mal teve tempo de tirar o cinto.
A porta já estava sendo aberta.
Ele agarrou seu braço e a puxou para fora.
— Espere! Protestou Sofi.
O braço dela doía. Ela mal conseguiu se equilibrar quando seus pés tocaram o chão.
Sergey não diminuiu o passo.
A porta da mansão se abriu com