No fim da tarde do dia seguinte, o sol se punha no horizonte, pintando o céu de tons dourados e rosados.
O carro de Glauco deslizava suavemente pela estrada que levava de volta para casa.
No banco de trás, Amália segurava o pequeno Gustavo com todo o cuidado, envolto na manta clara que o hospital havia fornecido.
O bebê dormia tranquilo, o rostinho sereno, respirando de forma compassada.
Glauco, sentado ao lado dela, não conseguia desviar o olhar. Cada pequeno movimento de Gustavo parecia um mi