Naquela noite em Sorrento, o amor parecia eterno sob o som sereno do mar.
Amália acordou com os primeiros raios de sol entrando pela pequena janela da cabine.
Glauco a amara até tarde da madrugada, e seu corpo ainda guardava o calor e o perfume dele.
Espreguiçou-se preguiçosamente, sentindo o leve balanço do mar. Arrastou-se até a janela e o viu, sem camisa, vestindo apenas uma calça branca, olhando o horizonte com aquele ar distraído que a fazia suspirar.
Ele era como uma pintura o céu claro,